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Debugging your English: Como identificar e corrigir os “erros de sistema” que travam sua fala

  • Writer: Michelle B L
    Michelle B L
  • Jan 21
  • 2 min read

Imagine que você está rodando um código e, de repente, ele trava. Você revisa as linhas e descobre que um pequeno erro de sintaxe está impedindo a execução de todo o programa.

No processo de aprendizagem de inglês, é comum acontecer exatamente a mesma coisa.

Muitas vezes, a sensação de "travamento" na hora de falar não vem da falta de vocabulário, mas de pequenos "bugs de sistema": estruturas do português que tentamos transpor para o inglês sem o devido "patch" de correção.

Com quase 4 anos atuando na área de TI e mais de 20 anos no ensino, aprendi que a fluência não é sobre decorar dicionários, mas sobre fazer o debug correto do seu raciocínio.

Aqui estão os 3 bugs mais comuns que podem estar comprometendo a sua performance profissional hoje:


Bug #01: O erro de "existência" (Have vs. There is/are)

Este é o erro clássico de sintaxe. No português, usamos "ter" para tudo. No inglês, "have" implica posse.

  • Bug: "Have many people in the meeting." (Parece que a reunião possui pessoas como propriedade).

  • Patch: "There are many people in the meeting." (Indica existência).


Bug #02: O erro de concordância lógica (I agree)

Muitos profissionais tentam traduzir o "Eu estou de acordo" literalmente.

  • Bug: "I am agree with you."

  • Patch: "I agree with you." Em inglês, agree é um verbo de ação. Você "concorda", você não "está concorda". É uma questão de otimização de estrutura.




Bug #03: O falso cognato em reuniões (Attend vs. Assist)

Esse bug pode causar sérios problemas de comunicação em um cronograma de projeto.

  • Bug: "I will assist the meeting tomorrow." (Em inglês, assist significa dar assistência/ajudar).

  • Patch: "I will attend the meeting tomorrow." (Significa participar de algo).


Como aplicar o "Fix" definitivo?


Diferente dos cursos que tentam reinstalar todo o seu sistema operacional do zero ao longo de anos, a BL English foca em uma abordagem modular.

Faço um mapeamento desses bugs logo nas primeiras semanas de aulas. O objetivo é limpar a sua "linha de código" mental para que você fale com a mesma precisão e lógica que aplica no seu trabalho técnico.


Afinal, se você busca eficiência na tecnologia, por que aceitaria menos que isso no seu aprendizado de idiomas?



 
 
 

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